Ter�a, 07 de julho de 2026, 14:52h
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Por falta de informação, a maioria responsabiliza a Ong Amigo do Bicho pela proliferação
A maldade somada à irresponsabilidade daqueles enxergam na matança de cães e gatos a solução para um problema que se agrava a cada dia, continua se espalhando pelos bairros de Piratini.
Desta vez foi o Vila Nova onde flagramos à cena abaixo e cinco cachorros após apresentarem sintomas de envenenamento acabaram morrendo.
A situação se repete e, mesmo existido aqueles que defendam o método, a maioria condena o ato que, além de não solucionar o preocupante número, principalmente de cachorros e cadelas vagando pela cidade, leva perigo às crianças que em contato com a substância geralmente colocada em pedaços de carne, podem sofrer sérios danos por ingestão acidental.
Por ser histórico e ainda se apoiar na exploração do turismo como forma de desenvolvimento, festá evidente a necessidade de intervenção da administração pública para reduzir drasticamente o número de animais soltos e que nas avenidas principais, Maurício Cardoso e Gomes Jardim, são apontados como causa de prováveis acidentes, principalmente envolvendo motociclistas.
Por ser histórico e ainda se apoiar na exploração do turismo como forma de desenvolvimento, festá evidente a necessidade de intervenção da administração pública para reduzir drasticamente o número de animais soltos e que nas avenidas principais, Maurício Cardoso e Gomes Jardim, são apontados como causa de prováveis acidentes, principalmente envolvendo motociclistas.
Eu vinha com minha filha na carona e dois cachorros nos perseguiram. Desequilibrei a moto e por muito pouco não caímos. Essa não é a primeira vez e ninguém faz anda – reclama uma dona de casa que requisitou anonimato.
Ela se soma as dezenas de reclamações diárias nos órgãos de comunicação locais, pra onde a população direciona suas queixas acrescentando que o problema também se tornou uma questão de saúde pública, pois as fezes além de prejudicar a higiene nas vias, também assim como a sarna e o carrapato, são transmissores de doenças.
Por falta de informação, a maioria responsabiliza a Ong Amigo do Bicho pela proliferação, entidade que mesmo diante das dificuldades financeiras e de estrutura, uma vez que está abarrotada de animais, minimizou a situação, já que ao longo dos últimos cinco anos realizou centenas de esterilizações em caninos e felinos.
- Para mim a ong é que tem a obrigação de recolhe-los. Mas matar não resolve nada, pois na verdade, são seres irracionais – opina José Marques, morador da Vila Nova com relação ao último episódio onde aparentemente a substânciaEstricnina foi usada.
Conforme a veterinária da Emater Piratini, Marina Sinott, tanto a venda do chumbinho como da Estricnina, são proibidas no comércio do ramo. Dependendo da dose, se o chumbinho for absorvido pelo ser humano através da mucosa ocular ou via oral, ocasiona contração muscular generalizada.
Fonte: Blog Eu Falei
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