Segunda, 06 de julho de 2026, 05:29h
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Mesmo com a greve por tempo indeterminado, deflagrada na noite de quarta-feira (11), pelos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) no Rio Grande do Sul, a empresa promete que os serviços não serão prejudicados. Além dos gaúchos, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins, Rondônia, Pernambuco e Paraíba também decidiram pela paralisação. Nesta quinta-feira, trabalhadores de outros Estados devem realizar assembleias para decidir sobre a continuidade dos trabalhos.
Em caso de necessidade, os Correios farão uso de um plano para garantir a continuidade dos serviços, que inclui a realização de horas extras, mutirões para entrega nos fins de semana, deslocamento de empregados entre as unidades e contratações temporárias para o caso de a greve se estender. Por lei, pelo menos 30% dos servidores devem permanecer em atividade para garantir a manutenção dos serviços básicos em caso de greve.
A ECT tem cerca de 8 mil funcionários em todo o Rio Grande do Sul. Um balanço sobre a adesão da categoria à paralisação deve ser divulgado no fim da manhã, após a abertura das agências.
Os pedidos da categoria
Os trabalhadores dos Correios de todo o país estão em campanha salarial. Entre os pedidos estão o reajuste de 47,8%, dos quais 20% seriam referentes às perdas históricas, contratação de 110 mil trabalhadores em todo o país e manutenção do Correios Saúde (plano de saúde da categoria). Na proposta da empresa, consta uma proposta de aumento de 5,27% sobre os salários e benefícios.
Redator: Assessoria de Imprensa
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