Domingo, 05 de julho de 2026, 17:38h
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Muito abalado e ainda no local do sinistro, o secretário de Saúde Diego Espíndola se mostrava sem rumo e sem um plano de emergência para que os funcionários e pacientes do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) pudessem retomar as atividades normais depois do incêndio ocorrido na noite de quarta-feira (30).
“Vamos tentar achar uma saída para que ao menos as refeições sejam feitas, mas queimou muita coisa”, limitou-se a dizer, por enquanto que observava populares, amigos, vizinhos e o bombeiro voluntário Juliano Zaneti fazerem o rescaldo, após a intervenção do caminhão pipa da prefeitura.
O fogo iniciou por volta das 22h e atingiu principalmente o refeitório do local. Por ser uma cozinha, o local consumido pelas chamas abrigava muitos eletrodomésticos e alimentos. Junto ao espaço, também eram guardados equipamentos de segurança infantis usados nas viagens da Secretaria de Saúde.
Desolados, muitos funcionários do Caps estiveram no local para ver a destruição. Agentes da Polícia Civil fizeram os primeiros levantamentos nos cômodos queimados para que através de uma perícia cheguem a causa do ocorrido.
Na manhã de quinta-feira (31), Espíndola informou que a prefeitura vai organizar uma força tarefa para solucionar, ao menos por enquanto, a questão do refeitório.
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