Domingo, 05 de julho de 2026, 14:45h
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A segurança estrutural do prédio do Instituto de Educação Ponche Verde, onde estudam mais de mil alunos, tem estado em debate em Piratini. O educandário, construído nos anos 20, aguarda a definição da empresa vencedora da licitação aberta pelo Estado para dar início às obras de conserto do telhado, forros e da estrutura externa em alvenaria que o cerca.
Em entrevista ao Jornal Tradição Regional, a diretora Maria Lúcia Corral admitiu que no mínimo duas das quatro salas hoje desativadas precisam de reformas para tornar a receber estudantes. “Em outubro, após uma vistoria preliminar da Brigada Militar que veio averiguar uma denúncia anônima, e uma segunda vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros, as salas foram interditadas. Desde 2010 temos um projeto para uma ampla reforma, mas o valor elevado não permitiu”, reconhece a gestora.
A denúncia que originou a interdição ocorreu depois da queda de um pedaço de granito do forro em meio aos colegiais durante uma aula. Parte da estrutura externa em alvenaria já desabou, levando à direção a isolar a área por ofertar risco aos estudantes. Porém, os consertos poderão começar ainda este ano. “Fiz contato com 5ª Coordenaria de Educação (CRE) e, correndo tudo bem com relação à empresa vencedora, em 30 dias a reforma da parte atingida estará começando”, acredita Maria Lúcia. O custo previsto gira em torno de R$ 300 mil.
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