Domingo, 05 de julho de 2026, 12:52h
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Dar à cidade uma unidade de emergência e combate ao fogo tem sido um grande desafio para a Associação Nacional dos Sapadores-Bombeiros (ANSB), que fez de Piratini o município embrionário para que o projeto comum na Europa nasça no país. Mesmo com um saldo considerado positivo nas campanhas de captação de recursos (rifas, venda de pastéis e doações de material de construção) junto à comunidade, a reforma do prédio cedido pela Prefeitura para abrigar o quartel pode não se concretizar este ano, como planejaram os Sapadores.
Cerca de 60% do material para obra já foi arrecadado. Porém, o problema encontrado é o alto custo da mão de obra, o que é comum devido à escassez de profissionais da área devido à alta do mercado da construção civil. Telmo Rodrigues, responsável pela manutenção predial da corporação, diz que a alternativa vislumbrada para solução do problema seria através de novas doações que permitam custear a obra, tanto em valores como no restante dos itens a serem utilizados.
Segundo Rodrigues, a solução é possível, já que as pessoas mais humildes deram sustentação ao projeto enquanto construção da unidade, e os R$ 22 mil doados por uma parte do setor empresarial serão destinados para a compra de uma ambulância. Outra possibilidade será buscar o apoio da Prefeitura, que já ajudou a causas como as adequações exigidas pelos bombeiros militares na Sociedade Recreio Piratiniense e no CTG 20 de Setembro.
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