Domingo, 05 de julho de 2026, 00:25h
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Enquanto lideranças políticas de Pelotas e cidades da Zona Sul comemoram a redução do valor cobrado pela praça de pedágio da concessionária Ecosul, os vereadores André Kisuco e Rogério Moura de Pinheiro Machado e o vereador bajeense Lélinho Lopes registram um problema que poderá acontecer, em especial com quem dirige no trecho entre Pelotas a Bagé, pela BR-293. Isso porque a Ecosul aceitou reduzir o valor do pedágio após abrir mão da responsabilidade de manutenção, socorro e conservação dos 161 quilômetros que ligam Capão do Leão até Bagé. O trecho compreende ainda os municípios de Piratini, Pinheiro Machado, Candiota e Hulha Negra.
O grande problema é que a região será penalizada pela redução. Os vereadores tentam agora criar uma frente de lideranças políticas da região para que, se a Ecosul realmente mantiver a decisão de saída do trecho, possa haver alguma garantia de melhorias no trabalho de manutenção, com a indicação e compromisso dos governos de que essa é a melhor alternativa para a região.
Para Pinheiro Machado e outros municípios, a redução do valor do pedágio interessa diretamente aos veranistas da praia do Cassino, local para onde muitos pinheirenses deslocam-se neste período do ano. A preocupação de Kisuco e Moura, no entanto, é que os acidentes ou problemas mecânicos que ocorrerem na BR-293 caberão ao Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), havendo o risco de que muitas pessoas fiquem à espera de socorro na rodovia.
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