S�bado, 04 de julho de 2026, 21:35h
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De acordo com prefeito, empresa prestaria o serviço somente até 31 de janeiro
A empresa de ônibus Puchalski, responsável pelo transporte coletivo na cidade de Canguçu, entrou com um pedido de rescisão da concessão das linhas urbanas. A informação foi dada pelo prefeito Gerson Nunes, em entrevista para a Rádio Liberdade AM. Segundo o prefeito, a empresa, que presta o serviço desde 1998, alega que não está obtendo lucro com estas linhas e que, por isso, as realizaria somente até o dia 31 de janeiro. “Quando começaram com o serviço, eles esperavam que as empresas locais fornecessem vale transporte aos funcionários, o que não ocorreu”, relata.
No entanto, o prefeito afirma que, pelo contrato com o Executivo, a empresa não pode parar a concessão unilateralmente, ou seja, sem a concordância do município. “Nós fizemos uma resposta dizendo que não concordamos com isso”, disse.
A expectativa, agora, é conseguir negociar com a Puchalski a realização das linhas urbanas pelos próximos dois meses, quando deve ser lançado um edital para o transporte urbano no município, incluindo estas linhas. “Esperamos que surjam empresas dispostas a realizar o serviço”, relatou.
No início de 2013, a Puchalski pediu um aumento no preço da passagem, alegando que o valor estava defasado. Na ocasião, o preço passou para R$ 2.
Transporte escolar
Sobre o transporte escolar, o prefeito Gerson disse que a Prefeitura está praticamente em dia com o pagamento as empresas responsáveis, e que agora começarão a ser feitos alguns pagamentos referentes a novembro e dezembro. “Quanto à licitação, já fizemos duas reuniões para negociar o valor da passagem e a assinatura dos editais para fazer o processo licitatório”, explica.
CCs para o PSB
Recentemente, o presidente do PSB, Nilso Pinz, reclamou publicamente sobre a oferta de Cargos em Comissão (CCs) ao partido, o que seria uma promessa durante a campanha eleitoral, mas que não foi cumprida até o momento. Segundo o prefeito, uma das promessas feitas à população foi a diminuição destes cargos. “Era um pedido da comunidade, que dizia que nas repartições públicas havia um bando de gente parada, lendo jornal”, argumentou. No início do mandato, 20% dos CCs foram reduzidos, e por necessidade de adequar a folha de pagamento, mais 20% foram reduzidos ao longo do ano. De acordo com ele, alguns partidos compreenderam a situação, mas outros ficarão insatisfeitos.
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