S�bado, 04 de julho de 2026, 16:23h
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A mobilização solidária de alguns moradores do bairro Sinuelo não foi suficiente para salvar a vida de uma égua vítima de maus tratos. Por dois dias, a comunidade da região, incluindo crianças, revezou-se para dar comida e medicamentos para o animal, que se mantinha deitado em um terreno baldio e com vários ferimentos.
A união e preocupação com “Garota”, batismo dado pelos moradores, originou uma nova chance para a égua ao conseguirem que a Ong Morena Flor, entidade de proteção aos animais de Canguçu, aceitasse receber o equino. Para fazer a remoção foi usado um caminhão Muck pertencente a Prefeitura de Piratini, que içou o animal e o acomodou na carroceria.
Depois de suportar os cinquenta quilômetros de estrada de chão batido até Canguçu, a égua foi avaliada por um veterinário, que acreditava ser possível a reversão do quadro, o que também era a opinião de Sandra Moreira, diretora da entidade. “Ela foi acomodada em um dos dois espaços construídos para animais de grande porte que dispomos, foi avaliada, medicada, mas, por estar muito fraca, não resistiu”, lamentou Sandra.
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