S�bado, 04 de julho de 2026, 15:17h
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Na primeira quinzena de fevereiro, uma comissão composta por integrantes do Partido dos Trabalhadores e assentados do município participaram, em Brasília, do VI Congresso Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra e dos 30 anos de fundação do MST. O encontro de cinco dias serviu para que integrantes da via campesina aprimorassem debates e discussões sobre mudanças na estrutura tradicional da reforma agrária para uma reforma popular.
O vereador petista e membro do MST, Nego Bicca, disse que a reforma agrária tradicional, com distribuição de terras, perdeu espaço para o agronegócio que nos últimos anos tem avançado sobre terras improdutivas e produtivas, destruindo o meio ambiente e produzindo para exportação. Ainda segundo ele, a partir do encontro, que também serviu para definir metas, o MST quer garantir ao povo brasileiro o direito de decidir o que produzir e o que comer, e que as terras sejam destinadas à produção de alimentos e não de celulose ou etanol.
“Os campos produtivos que nosso país possui, tem que ser um lugar bom pra morar, onde a juventude possa permanecer em condições dignas, e que todos tenham direito a educação e saúde”, afirmou o vereador Bicca, nesta semana, ao se pronunciar na tribuna da Câmara. Ainda de acordo com o vereador do PT, o agronegócio envenena o solo, os alimentos e promove o trabalho escravo.
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