Domingo, 19 de julho de 2026, 00:37h
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Olá amigos(as) que apreciam a arte e a cultura do nosso amado Rio Grande do Sul. Voltamos a manter contato com vocês, através desta coluna, que será quinzenal. Hoje vamos relatar o que conhecemos como a “Primeira Fase” da criação do nosso culto às tradições gaúchas. Desejo que tenhamos um longo contato. Tenham uma boa leitura!
História do tradicionalismo gaúcho
Primeira fase
A primeira notícia que se tem de criação de uma entidade para reverenciar a cultura gaúcha foi em 8 de novembro de 1857 com a fundação, no Rio de Janeiro, da Sociedade Sul Riograndense, hoje considerada a mais antiga entidade representativa do Rio Grande do Sul, fora do seu Estado, liderada por Antônio Pereira Coruja e que até hoje cultiva as nossas mais caras tradições através do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Desgarrados do Pago, fundado em 20 de setembro de 1977.
A organização do tradicionalismo, dentro do nosso Estado, surge em 1898 com a criação do Grémio Gaúcho, em Porto Alegre, por Cezimbra Jacques. Em 10 de setembro de 1899 é fundada, em Pelotas, a União Gaúcha que, segundo o Jornal Diário Popular, sobrevive até 1930, quando recepciona a nossa Miss Universo, Yoíanda Pereira, ressurgindo em 18 de dezembro de 1950, agora com o nome de seu patrono “União Gaúcha J. Simões Lopes Neto”. Outras entidades são criadas, mas com vida efêmera, que são o Centro Gaúcho de Bagé, em 1899, e o Grêmio Gaúcho de Santa Maria, em 1901.
Merecem registro duas entidades fundadas antes de 1947 e que funcionam ainda hoje, que são: Sociedade Gaúcha Lomba-grandense, de Novo Hamburgo, em 1938 e o Clube Farroupilha, de Ijuí, fundado em 1943.
Gostaram? Pois na próxima coluna escreveremos sobre a criação da Chama Crioula, que marca a fase atual, com a criação dos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs).
Até lá, tchê!
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